quarta-feira, 8 de maio de 2024

Clube da Broderagem

 Amigos!

Diversos tem pedido para montar um clube de broderagem, a maioria são homens jovens e comuns que estão em estudos e início de trabalho e querem permanecer solteiro e sem compromisso, sem contar a formação da masculinidade que já deveria estar formada, mas devido ao politicamente correto e uma cultura permissiva e abstrata formou gerações de sub-homens submissos e desconhecedores da arte real, beleza natural, autoridade, poder, conquista e tudo mais.   Esses jovens homens que aceitam e precisam da broderagem e que estão em nossos contatos querem fazer entre amigos que tem a mesma visão de mundo. Afinal como passar meses ou anos sem satisfazer os naturais impulsos da virilidade?  

No entanto os grupos tem que ser formados com a aprovação dos demais, caso contrário vai perder participantes ou vai virar uma lista de festa aberta. 



Perfeição do corpo masculino, sua beleza e seu poder.

 








Cultivo da masculinidade MGTow ou Incel

Amigos!   


Segue um texto inicial, que será revisto e ampliado, mas creio que seja importante e conto com sua colaboração acrescentando conteúdo, comentando e compartilhando em seus contatos.  

Tenho diversos arquivos em HDD e até impressos, por isso a demora em selecionar para publicação, e como eu pensava esses artigos iriam sumir da Internet.  A maioria dos primeiros blogs masculinistas já saíram do ar, sendo que praticamente todos apenas por dois motivos: a censura ou a mudança de ideologia do proprietário.    Os motivos de antigamente, ou seja, antes de 2010, eram baixa audiência, custos, concorrência ou mesmo ter uma nova versão ou abordagem diferente do tema do blog.  Em poucos anos passamos para uma outra era da humanidade com o celular popularizado, rede sociais, vendas online, trabalho remoto na Pandemia e agora a Inteligência Artificial.   Acrescente o politicamente correto e as agendas para mudar a humanidade.   Sem dúvida tudo isso requer uma nova abordagem, uma visão diferenciada e contextualizar esse passado recente com o presente.  O futuro?   Quem acharia em 2016 que o mundo passaria o que passou nos últimos 5 anos?

Tenho conversado com amigos e um dos grandes problemas sociais é a cultura de apartamento e o casamento tardio.  A grande maioria da humanidade até os anos 1980 viveu no mundo analógico, relações sociais reais (e não virtuais), com um só tempo (o mundo local, diferente da Internet que numa chama um sujeito toma café da manhã e outro esta almoçando ou jantando)  e lugar (outros lugares eram por via postal e visitas agendadas com antecedência).   Desculpe mas vejo que vou precisar usar muitos parênteses.   E o que o apartamento faz?   Apesar de ser mais próximo do que casas há um maior distanciamento entre pessoas, tudo muito higienizado, controlado e limitado.  Não há personalidade do morador, mas a personalidade dos gerentes do condomínio.    Assim temos garotos que brincam dentro de casa, desconhecem o que é passar tardes sozinho ou apenas entre amigos da mesma idade, de caçar ou explorar um terreno,  ter um pequeno acidente doméstico, ser atacado por formigas,  ter queimadura de sol etc.  É uma vida extremamente urbana.  Quem mora em casa térrea hoje também tem suas limitações, mas certamente é mais livre e com mais personalidade do que o apartamento.   Veja os universitários criados desde a infância num apartamento e o outro universitário criado em casa, sobretudo casa de bairro.   O residente em casa é mais resistente em tudo, ágil e em pouca conversa sabemos que ele é um morador de casa térrea.   

Outro problema é a alimentação.  As doenças estão que começaram a surgir no século XX e entre adultos e idosos hoje chegaram os jovens.  Eu nem vou comentar pois além de ser um assunto científico e polêmico, então fico com o tema blog.   Homens estão mais afeminados fisicamente, talvez o comportamento seja apenas reflexo dessa mudança física.   Poucos pelos, aumento dos peito e fadiga são alguns exemplos.

Estamos no século XXI e, certamente, quem viveu os anos 1960 (em especial 1968) não iria imaginar que o mundo atual seria de extremismo religioso e político, um pseudo conservadorismo, teorias de conspiração, terra plana e outras insanidades.   O mito da masturbação fazer mal, o sexo sagrado apenas para reprodução, profecias apocalípticas ainda dominam muitos grupos sociais. 

Feita essa breve introdução do nosso atual panorama global, vamos ao que interessa.   Para a masculinidade ser cultivada ela, como uma planta, precisa de elementos, tratos e cuidados básicos.  Com o passar do tempo vamos publicar mais textos e aprofundar itens, então reafirmo que esse texto é o que há para hoje. 

- Masculinidade exige um corpo masculino pleno, ou seja, um homem viril.   Ser magro ou sedentário não é impedimento, mas causa limitação, assim como uma caminhada será fácil para o atleta e cansativa para o sedentário, mas ambos vão chegar ao seu tempo e força ao destino.  Se não conseguir chegar ao destino ou parte que deseja, então há um problema e em geral é de saúde.  Pode ser uma carência de vitamina, atrofia, mas sempre é bom ficar atento e na dúvida consultar profissionais. 
Se você é bem disposto, tem saúde e tesão, mas tem mamas, tome cuidado.  Mude sua alimentação (mais orgânicos, frescos e naturais) e rotina.  Mamas no homem é estrogênio e outros hormônios a mais no sistema e, consequentemente, baixa testosteronas e outros do homem.   
- Masculinidade exige ideias, que são materializadas em propósitos e suas escolhas.  Um homem viril pode ser maquiador, estilista, bailarino e outras atividades tipicamente femininas?   Sim, ele pode, mas isso vai entrar em conflito com as atividades exclusivamente masculinas.  Um bailarino pode sair do teatro e ir num clube de tiro para atirar e beber uísque?  Novamente dizemos, sim ele pode.  Pode um capitão militar ser maquiador?  Obviamente pode.  Mas fica a questão:  que conversas, maneiras e visões de mundo ele terá naqueles ambientes e o que vai trazer para o masculino?   Como conviver com realidades tão diferentes?   Por isso recomendamos o básico:  siga o senso que a maioria do mundo tinha até a II Guerra Mundial, e olha que naqueles tempos (anos 1930) as culturas já estavam em franca decadência. 
- Masculinidade exige cultivo prático e cotidiano.  Essa é a maior razão, dentre outras,  que devemos manter distância das mulheres.   O homem casado deve ter somente a sua mulher, pois se ele tiver amigas ou mesmo colega de trabalho, comprovadamente amizade (digamos com mais velhas e já casadas) ainda assim vai afetar a masculinidade dele.  Agora imagine no mundo de hoje, cheio de politicamente correto, mimimi.  Triste mas vemos o cuidado e auto policiamento até em bate papo informal ou entrevistas. Ficou comum o apresentador olhar para o teto (sinal que esta escolhendo palavras e imaginando a reação da conversa) ou até mesmo refazer a pergunta dentro do politicamente correto.  Há milhões de exemplos que ao sair a única mulher ou homem da sala, o ambiente muda.   O que estou a dizer não é muito antigo, a união de sexos no cotidiano é que é recente.  Até os anos 1950 havia separação de sexo em escolas, igrejas, clubes de imigrantes, sociedade de bairro etc.  
- Somente pode atingir um grau de excelência e manter o aprimoramento de todas as coisas.  Veja que a roupa do homem é simples em enfeitas e pouca variedade, mas todos falam que é a mais difícil de fazer.  Uma blazer ou mesmo uma camisa social requer costura, maquinário e técnicas complexas. A mulher, com sua natureza idílica (por natureza infantil, afinal criam crianças por décadas), começa a mudar a estética de roupa, cores e cria uma diversidade sem um padrão.  Sim, a nossa roupa tem um padrão:  simplicidade com costura sofisticada, cores neutras, tecidos nobres e visual de maturidade, poder e identidade.   
- Oportunamente iremos ter o texto sobre a sexualidade, mas podemos dizer que os grupos em todo o mundo que trabalham no resgate a masculinidade evocam valores das Antigas Civilizações, onde havia uma visão naturalista do ser humano e da sociedade, ou seja, o belo era o homem.  O preconceito entre a atração entre homens é, principalmente, no Ocidente Moderno.  Imagine que durante 5 mil anos homens tinham relacionamento entre si, variando ao longo de culturas e séculos, mas eram homens.   Até a I Guerra Mundial ainda predominava a superioridade da beleza masculina, e mulheres com libido assediavam homens (pulavam janelas das casas para ir a encontros, brigavam com outras mulheres por homens), sendo o homem indiscutivelmente mais belo, como era comparado com machos de outras espécies.   Não tem como comparar o leão, touro, pavão e tantos outros animais machos com suas gêmeas.
- As coisas masculinistas são naturalmente para homens.  Mulheres que resolveram assumir identidade de homem nunca assumem totalmente a vida do homem, pois em muitas coisas há o natural desinteresse feminino:  engenharia bruta, trabalhos em lugares isolados, trabalhos pesados,  empreendimentos de risco e sobretudo atividades de conquista o criação do zero, como fazer uma fazenda ou fábrica em local remoto ou dominar um país a ser anexado.   Claro que há exceções, mas são tão poucas que não "aparecem no gráfico". 


 

terça-feira, 7 de maio de 2024

Manter a masculinidade somente com e entre homens

"Os homens homossexuais têm sido paradoxalmente considerados inimigos da masculinidade – escravos do sonho feminista de um mundo “neutro em termos de género” (leia-se: anti-homem, pró-mulher). A androfilia é um manifesto cheio de ideias verdadeiramente perigosas: que os homens podem fazer sexo com outros homens e manter a sua masculinidade, que a homossexualidade pode ser uma questão de defender um ideal masculino em vez de atacá-lo, e que a “construção opressiva da masculinidade” desprezada pela comunidade gay poderia realmente enriquecer e melhorar a vida de homens homossexuais e bissexuais. Androfilia é para aqueles homens que nunca compraram realmente o que a comunidade gay estava vendendo. É um desafio deixar completamente para trás o mundo gay e voltar a juntar-se ao mundo dos homens, assumidamente, como andrófilos, mas, mais importante, como homens."

Androphilia: A Manifesto Rejecting the Gay Identity Reclaiming Masculinity



Vamos cultivar nossa masculinidade no manodromo, ou seja, somente entre nós homens.  Sair com uma mulher sem um propósito firme vai lhe consumir tempo e energia, ainda mais nesses anos de politicamente correto.   Ficando entre homens você tem o fluxo da sua energia permanente e na frequência masculina, fique ligado nisso.    


G0y

 G0y ou GØy é um neologismo criado para se referir a indivíduos do gênero masculino que alegam não se identificar com a homossexualidade e a bissexualidade, mas que também alegam não se identificar com a identidade heteronormativa vigente, visto que mantém relacionamentos com pessoas do mesmo gênero.[1] Neste tipo de relação homoafetiva são aceitos abraços, beijos na boca, troca de carinhos, frot, amassos, masturbação mútua e felação, sendo vedada a prática do sexo anal, que seria a barreira ou o "limite" do conceito dessa identidade.[2]

A palavra "g0y" ("g-zero-y") é escrita com as letras "G" e "Y" e o número 0 (zero) entre elas – em contraposição ao termo gAy, comumente usado principalmente por homens homossexuais; também pode ser escrito com a letra Ø ("O com traço", provavelmente pela sua semelhança com o símbolo matemático de conjunto vazio, ∅). Não se podem confundir com a palavra gói ou goy (do hebraico גוי, plural: goyim; significando "gentio, não-judeu")[3], grafada com a letra 'O' entre o "G" e o "Y".

Os g0ys afirmam remetem sua inspiração às antigas práticas homoafetiva da Grécia Antiga, no código de conduta ética platônico, mas não na prática sexual da Roma Antiga, onde homens mantinham relações sexuais com outros homens e o casamento homossexual vigorou durante quatro séculos. Os g0ys não lutam para serem incluídos em movimentos civis LGBT.[4] Nesta mesma filosofia, os g0ys, não gostam de ser comparados aos membros de movimentos civis LGBT, pelo fato de não praticarem penetração com outros homens.[5] O Movimento G0y acabou sendo uma espécie de "código secreto" que vigorou por tempo indeterminado, especialmente dentro das fraternidades masculinas (repúblicas masculinas) nos Estados Unidos. O código g0y e o seu significado homoerótico tornaram-se de conhecimento público apenas após os anos 2000.

Características gerais

O Movimento G0y se caracteriza por alguns fatores de identificação:

todas as coisas fora da masculinidade são definidas como outras

 Aqui apresentamos os princípios naturais, ou seja, o mundo como ele é e sempre foi até então: masculino.    

Clube da Broderagem

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